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5 de fevereiro de 2011

Eu Não Quero Voltar Sozinho

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Há algum tempo atrás li sobre um curta-metragem chamado "Eu Não Quero Voltar Sozinho", que aborda os romances e descobertas adolescentes de uma maneira um pouco diferente. Hoje recebi um link para o vídeo on-line e achei que seria interessante dividir com vocês e ouvir a opinião que vocês possam ter sobre o filme.



Achei um curta sutil, leve, bonito, inocente. Quando tinha lido sobre ele, fiquei interessado e ele correspondeu às minhas expectativas. E, pelo que me consta, são 3 atores novatos, que surpreenderam, na verdade!

2 de dezembro de 2010

Se Harry Potter fosse Brasileiro...

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Rolou no Twitter um movimento com a hashtag #SeHarryPotterFosseBrasileiro. E o pessoal completava com as continuações mais inusitadas possível. Houveram algumas memoráveis, que vale a pena o registro. Aí vão!

#SeHarryPotterFosseBrasileiro

- O Rony se chamaria Ronyscleidson Wesley da Silva, e teria entrado em Hogwarts pelo PROUNI.

- Quadribol seria narrado pelo Galvão Bueno, gravado no Morumbi, e existiria tráfico de poções alucinógenas.

- Ele subiria na vassoura e gritaria: “É nóis que voa, bruxão!

- O ‘Chapéu Seletor Falante’ seria um boné de aba reta.

- Tiririca seria Ministro da Magia.

- A Murta-Que-Geme seria a Joelma do Calypso.

- Hermione estaria grávida no segundo filme.

- Hogwarts teria que ter cotas para nascidos trouxas.

- O
"Avada Kedrava" seria "Morre, diabo!"

- Tom Riddle diria: “Tom Riddle o caralho! Meu nome agora é Voldemort, porra!

- Grifinória, Sonserina, Lufa-Lufa e Corvinal seriam escolas de samba.

- Os N.I.E.M’s iam ser cancelados por erros no pergaminho-resposta.

- Hermione estaria protestando contra o INEP por ter pego a prova amarela.

- A escola Hogwarts estaria de greve.

- Os filmes seriam "A Pedra do Crack", "A Câmara de Gás", "O Prisioneiro do Carandiru", "O Cálice de Vodka", "A Ordem do Urubu".

- Nicolas Flamel seria José Alencar.

-
Os alunos pegariam o metrô pra ir pra Hogwarts!

-
Xuxa seria a rainha dos bruxinhos.

-
Hogwarts e o Ministério da Magia seriam cheios de curvas e teriam sido projetados por Niemeyer.

-
Gringotes teria uma enorme fila!

-
Luna Lovegood seria uma loira do Tchan.

- Os Comensais da Morte seriam os traficantes do Rio de Janeiro e a Ordem da Fênix, o BOPE.

- Draco Malfoy iria de revólver calibre 38 para Hogwarts.

- O Torneio Tribruxo iria virar uma micareta de 3 dias com bebida liberada.

- Dolores Umbridge seria Dilma Rousseff.

- A tia dos doces no trem a caminho de hogwarts estaria sempre dizendo ‘eu podia estar matando, roubando..’.

- A tia que vende doces no trem ia gritar “MINDUIM 50 CENTAVOS MINDUIIIIM”

- Em vez de Corujas, seriam Urubus!

- A banda preferida de Lord Voldemort seria INIMIGOS DO HP.

- O Ministro da Magia seria acusado de participar de esquemas de desvio de dinheiro e mensalão.

- O beco diagonal seria a 25 de Março.

- O Hagrid não ia ter um dedinho da mão e ia se chamar Lula.

- Snape se chamaria Severino Cobra Souza.

25 de outubro de 2010

Um babaca convicto

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Acabei de chegar do cinema, fui assistir ao filme Tropa de Elite 2. O filme é muito bem feito e não deixa de incorporar o clichê "tapa na cara da sociedade". Ele mostra, de maneira muito explícita, o que o povo brasileiro procura manter os olhos fechados para não ver. (leia matéria sobre a repercurssão do filme)

Saí da sala de cinema com mais fé no cinema nacional e com mais nojo da nossa política e da nossa corrupção que tem berço no tão aclamado jeitinho brasileiro.

A propósito, eu odeio o "jeitinho brasileiro"! E sem discursos moralistas sobre a valorização da cultura e personalidade nacional pra cima de mim. Isso pra mim é desculpa de malandro. É discurso pra quem gosta de levar vantagem em tudo sobre qualquer coisa, a qualquer preço. E pra mim as coisas não funcionam dessa maneira.

Eu já fui um entusiasta desse jargão nacional e defendia que nós, brasileiros, tínhamos uma personalidade nacional flexível, se adaptando a todas as dificuldades, fazendo milagres com a miséria que nos é concedida sob a capa de pão e circo. E ainda acreditaria nessa adaptabilidade do jargão, se ela fosse real. Quando morei fora, tive contato e experiência com alguns brasileiros. E estando fora da nossa terra, estando longe desse ambiente e respirando ares de uma outra cultura, totalmente diferente da nossa, pude perceber o quão falha é essa desculpa.

O "jeitinho brasileiro", sem tradução clara o suficiente para nossos irmãos gringos, nada mais é do que um cobertor. Ele não deixa de incluir a flexibilidade e adaptabilidade. Mas os fins a que essas características se destinam geralmente não apresentam razões tão nobres. A ideia, crua, é sim levar vantagem em qualquer situação. Quem nunca tentou furar fila no cinema? Quem nunca fingiu estar dormindo quando uma senhora entrou no ônibus ou no vagão do metrô em que você estava sentado (mesmo que fosse no assento preferencial)? Quem nunca recebeu um troco errado na padaria e além de se gabar, ainda chamou o caixa de "trouxa" por não perceber que deu dinheiro a mais?

Se você conseguiu responder "eu" à maioria dessas perguntas, fico contente que você seja mais um no caminho certo, dentro do que eu acredito que seja o caminho certo. Não espero que você tenha 100% de "eus" nas suas respostas, porque todos já passamos por pelo menos uma situação assim. E aprendemos assim com nossos pais, que aprenderam com nossos avôs e assim por diante. Você pode discordar de mim, dizer que você não se inclui nesse grupo, mas se você conseguir dizer a verdade pra você mesmo sobre essas questões, esse texto cumpre seu papel.

Há sim a possibilidade de se fazer as coisas funcionarem sem querer levar vantagem em tudo. É só respeitar o próximo como gostaria de ser respeitado. Se em vez de falsificar uma carteira de estudante pra pagar meia entrada em shows, cinema, teatro e outras atividades culturais, o povo se unisse e levantasse bandeira para cobrar de nossos governantes um incentivo maior à cultura e um investimento em boas estruturas públicas, talvez não precisaríamos dessa falsificação. Provavelmente, o preço do ingresso seria menor, por meios legais.

A legalidade geralmente demora mais, é mais burocrática. E queremos sempre o agora, o imediato. Flando em termos mais técniso, percebo isso em meus alunos, por exemplo, no ensino de um código CSS perante uma construção de site em tabelas. O código CSS demanda um planejamento um pouco maior, uma construção visual um pouco mais cuidada, mas ele demanda um investimento inicial de tempo maior. Então, todos preferem "dar um jeitinho" com a construção em tabela. Ela resolve os problemas de forma mais rápida, sem que você precisse se preocupar tanto assim com a estrutura na construção. Mas no final das contas, quando precisamos procurar algum erro num código em tabelas, a sujeira e a quantidade de gambiarras é tão grande que sinto o mesmo asco de quando olho pro nosso corrompido e imundo sistema político atual.

O exemplo que usei pode ser técnico, mas a essência é bem humana. E, com o perdão da palavra, está na merda do jeitinho brasileiro. Ser honesto no Brasil é ser babaca! Posso ainda não estar lá, mas minha luta por ser um babaca convicto no Brasil continua.

5 de abril de 2010

"A Outra Alface" do Hortifruti com os trocadilhos

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Mais um e-mail já lido anteriormente que recebi de novo e que vale a pena compartilhar, dessa vez da minha amiga Juliana Lazaro. Dá uma olhada!

No Rio de Janeiro, uma rede de venda de legumes, verduras e frutas - HORTIFRUTI, há 2 anos inovou em suas propagandas, criando uma série baseada em títulos de filmes onde os atores principais são os próprios produtos da loja.

Os cariocas, ficavam na expectativa da próxima propaganda, que era sempre estampada em um outdoor no Centro do RJ... e o lançamento sempre às segundas-feiras.

Vejam a criatividade!




























Não sei se a campanha é real ou se é fantasma criada com intuito de ser viral ou se foi feito por alguém não ligado ao Hortifruti. Mas, independente de quem tenha feito, achei a ideia muito boa. Ainda mais o tipo de divulgação feito, que fazia o público aguardar naquele espaço uma nova peça semanalmente. Fora que é uma ideia simples - sempre digo que o simples geralmente é mais eficiente -, com trocadilhos banais e que bem aplicada no Photoshop dá vida à brincadeira pública que se tornou.

Já fico imaginando as pessoas comentando "Você viu o filme da semana no outdoor do Hortifruti?" e a campanha se propagando no boca-a-boca.

6 de janeiro de 2010

Avatarize-se

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Numa parceria do McDonald's Espanha com o filme Avatar, novo blockbuster da Fox Films, esse site oferece a possibilidade de ver como você ficaria se estivesse vivendo no mundo retratado no filme. Avaratize-se você também!



Caso a animação acima não funcione ou expire, esse é o resultado final da minha pessoa em Avatar.



E depois de pronto, claro, você pode se avatarizar em diversas redes sociais, como publicação instantânea no Facebook, como já se tornou praxe (e obrigação) pras novas campanhas publicitárias.

Ainda não vi o filme, mas somando essas estratégias de divulgação com os comentários positivos do boca-a-boca também quero conferir o filme mais caro da história... e em 3D, claro!

2 de setembro de 2009

Harry Potter sai pra beber com Edward Cullen, da saga Crepúsculo

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O site Charges.com.br colocou no ar uma charge mostrando uma conversa inusitada no mundo da fantasia: Harry Potter bêbado com um cálice "de fogo" conversando com Edward Cullen, de Crepúsculo sobre o sucesso das duas séries.

Vale a pena conferir!

20 de julho de 2009

Crítica de cinema: Harry Potter e o Enigma do Príncipe

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Estreou nessa quarta-feira, 15, o 6º filme da franquia cinematográfica para a saga literária de J.K. Rowling: Harry Potter e o Enigma do Príncipe. Eu, como bom fã da série, fui à pré-estreia do dia 14 para o dia 15, às 0h01 (esse 1 minuto é só pra dizer que foi dia 15?) no Shopping Anália Franco, em São Paulo. Uma parada no meio do filme, com luzes acesas e sua retomada 2 minutos depois não atrapalharam o andamento.

Devo começar dizendo que é uma adaptação um pouco diferente das anteriores. Primeiro por ser a que é menos fiel ao livro. Muitas das passagens foram rearranjadas para caber melhor na tela. O resultado foi satisfatório. Mesmo sabendo que algumas cenas não eram bem daquele jeito, o filme ficou conciso, redondinho. A exclusão de Rufo Scrimgeour, o novo Ministro da Magia, e de outros personagens, como os Dursley, não fizeram tanta falta assim, apesar de achar que eles ajudariam a dar mais frescor à série, com novas caras. Mas Jim Broadbent, o cômico Prof. Horácio Slughorn, preenche muito bem esse papel, ajudado (em menor escala) por Jessie Cave, que interpreta a efusiva Lilá Brown.

O segundo ponto que o faz diferente de seus antecessores é ele não ser somente "mais sombrio" como vinham sendo os filmes. Nesse sexto ano em Hogwarts vemos mais humor, apoiado nos romances adolescentes que cercam Harry (Daniel Radcliffe), Rony (Rupert Grint), Hermione (Emma Watson) e Gina (Bonnie Wright). Mas ainda acredito que justamente por isso ele é ainda mais sombrio, pois mostra as coisas puras e boas da adolescência acontecendo, mas no pano de fundo sentimos um perigo iminente que virá à tona somente no próximo episódio: Relíquias da Morte, que terá sua primeira parte lançada em novembro de 2010.

E acredito que justamente por ter esses dois pontos contrastantes com os filmes anteriores, somado a uma ótima fotografia, trilha sonora primorosa e efeitos especiais que enchem os olhos mas só nos momentos certos (como nas entradas na Penseira), esse longa tenha muito mais alcance e possivelmente possa chegar às indicações do próximo Oscar. Pessoalmente torço para Jim Broadbent ser indicado e levar o prêmio como ator coadjuvante, mesmo que Rupert Grint e Emma Watson tenham se saído ainda melhor dessa vez, às sombras do protagonista.

Mesmo assim, fiquei um pouco decepcionado com a ausência de uma batalha um pouco mais intensa após a morte de um dos principais aliados de Harry. Acho que talvez por essa ausência, essa morte tenha passado quase tão seca quanto a de Sirius Black em Ordem da Fênix. Nesse ponto acho que faltou emocionar um pouco mais o espectador. Eu que chorei lendo essa passagem do livro pela primeira vez passei imune pelo cinema.
Outro ponto que não ficou muito bem esclarecido foram as extensas explicações de Dumbledore sobre as Horcruxes para Harry. Muita coisa deixou de ser dita, mas ouvi dizer que coisas que faltaram no sexto filme iriam aparecer no sétimo. Vamos esperar e ver como essa busca pelas horcruxes de Voldemort vai se desenrolar.

Por falar em Dumbledore, tenho que dizer que finalmente Michael Gambon achou o tom correto pra interpretar o diretor que nos dois primeiros filmes foi brilhantemente criado pelo americano Richard Harris e a partir de Prisioneiro de Azkaban foi destruído por Gambon, que dava autoridade, rispidez, severidade e agitação ao maior personagem de Rowling na minha opinião. Dessa vez Gambon acertou em um Dumbledore mais calmo, pausado, intenso. Ainda não é o Richard Harris, mas já me convenceu melhor.

Nesse filme, o Voldemort interpretado por Ralph Fiennes não dá as caras. Mas nas lembranças vistas na Penseira, ele aparece com 11 anos, interpretado pelo sobrinho de Ralph, Hero Fiennes-Tiffin, e com 16 anos por Frank Dillane. E os dois conseguiram uma boa interpretação para a personagem, mas o garoto Hero Fiennes-Tiffin causa alguns arrepios com sua intensidade dramática.

Outros personagens que gosto bastante tiveram pouco tempo em tela, como Minerva McGonagall (Maggie Smith) e Luna Lovegood (Evanna Lynch), mas enquanto apareceu deixou sua marca. E o dúbio Severo Snape (Alan Rickman), que sempre sonhou em assumir o cargo de professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, não teve nenhuma aula na tela. Mas um que teve seu tempo relativamente aumentado e que soube aproveitá-lo bem foi Tom Felton, que deu o crescimento adequado a Draco Malfoy, que deixa de ser o garotinho enjoado para se tornar um Comensal da Morte com uma missão arriscada. A relação de inimizade entre Harry e Draco dessa vez evolui para extremo ódio mútuo e que acaba em um duelo sangrento em um banheiro da escola. Helena Bonham Carter, como Bellatrix Lestrange também impôs sua presença, mas o lobisomem Fenrir Greyback (Dave Legeno) passou quase batido.

É um filme com muitas qualidades. E valeu a pena assistí-lo pela segunda vez na sexta-feira, 17, mas dessa vez na sala IMAX do Shopping Bourbon Pompéia, com os 15 primeiros minutos em 3D. Pena que não foi o filme todo.



Agora guenta a ansiedade para Relíquias da Morte!
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