3 de abril de 2010

Desconstruções, de Martha Medeiros

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Recebi por e-mail um texto da @gabijoaninha que eu já tinha lido antes, mas que é bom demais, e valeu a pena reler e, dessa vez, compartilhar aqui com vocês.

O texto, de autoria de Martha Medeiros, chama-se Desconstruções.

Quando a gente conhece uma pessoa, construímos uma imagem. A imagem tem a ver com as nossas expectativas e mais ainda com o que ela "vende" de si mesma.
É pelo resultado disso tudo que nos apaixonamos. Se a pessoa for parecida com a imagem que projetou em nós, desfazer-se dela, mais tarde, não será tão penoso. Restará a saudade, talvez uma pequena mágoa, mas nada que resista por muito tempo. No final, sobreviverão as boas lembranças.

Mas se esta pessoa "inventou" um personagem e você acreditou, virá um processo mais lento: a de desconstrução daquilo que você achou que era real.

Desconstruindo Ana, desconstruindo Marcos, desconstruindo Carla.
Milhares de pessoas vivem seus dias aparentemente numa boa, mas por dentro estão "desconstruindo ilusões". Tudo porque se apaixonaram por uma fraude, não por alguém autêntico.

Ok, é natural que, numa aproximação, a gente "venda" mais nossas qualidades que defeitos. Ninguém vai iniciar uma história dizendo: muito prazer, eu sou arrogante, preguiçoso e cleptomaníaco. Nada disso, é a hora de fazer charme.
Uma vez o romance engatado, aí as defesas são postas de lado e a gente mostra quem realmente é, nossas gracinhas, manias e imperfeições. Isso se formos honestos.
Os desonestos são aqueles que fabricam idéias e atitudes, até que um dia cansam da brincadeira, deixam cair a máscara e o outro fica ali, sem entender absolutamente nada.

Quem se apaixonou por uma mentira, tem que desconstruí-la para "desapaixonar".
É um sufoco. Exige que você reconheça que foi seduzido por uma fantasia, que você é capaz de se deixar confundir, que o seu desejo é mais forte do que sua astúcia.
Significa encarar que alguém por quem você dedicou um sentimento bacana não chegou a existir, que tudo não passou de uma representação.

Talvez até não tenha sido por mal, pode ser que esta pessoa nem conheça a si mesma,por isso ela se inventa.

Sorte quando a gente sabe com quem está lidando: mesmo que venha a desamá-lo um dia, tudo o que foi construído se manterá de pé.

Afinal, todos, resistimos muito a aceitar que alguém que gostamos não é, e nem nunca foi, Especial.


Qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência. Quando sabemos com quem estamos lidando, tudo se manterá de pé! Graças a Deus...

3 de fevereiro de 2010

Chuvas e enchentes no verão

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Fonte: Revista Veja. Foto: Reuters

Entra ano, sai ano e as fortes chuvas que costumam cair no verão sempre provocam alagamentos em várias partes do país. Em função desses desastres, muitos moradores das regiões prejudicadas pelas cheias perdem seus bens e ficam desabrigados, como ocorreu na tragédia de Santa Catarina, em novembro de 2008. Se o filme é o mesmo todos os anos, por que não são tomadas providências para contornar os efeitos dos temporais da estação? A culpa é só do governo ou também da população?


1. Em qual período do ano o risco de enchentes é maior?
Entre novembro e março. Para este verão, a previsão é de que as chuvas mais fortes aconteçam em dezembro e janeiro. De acordo com a previsão do instituto de meteorologia Climatempo, a maior cidade do país poderá ser muito castigada pelos temporais em janeiro, quando uma frente fria deve estacionar em São Paulo.

2. O que o governo faz para evitar as enchentes?
A Defesa Civil de São Paulo se mobiliza todos os anos para tentar prevenir os danos provocados pela chegada das chuvas de verão. Para este ano, está em vigência desde o início de novembro o Plano Preventivo de Defesa Civil (PPDC), que tem duração prevista até o dia 15 de abril de 2009.

3. Quais são os principais pontos do Plano Preventivo de Defesa Civil?
São a prevenção aos riscos e integridade física e psicológica da população, redução das perdas e danos causados à cidade e aos munícipes, monitoramento e gerenciamento de áreas de risco e envolvimento da comunidade em práticas preventivas através dos Núcleos de Defesa Civil (Nudec).

4. Que tipo de obra pode ser feita numa região sujeita a inundações?
Limpeza de bueiros e canalização, obras em córregos, ampliações de galerias e muros de contenção, além dos piscinões, que recebem a água das chuvas em regiões onde o relevo é favorável às inundações.

5. Até que ponto é possível prever uma enchente?
Em São Paulo, o órgão responsável por isso, o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), é equipado com um radar meteorológico capaz de fazer a previsão do tempo com até 15 dias de antecedência. “Com isso nós conseguimos antever a chuva e emitir boletins para os principais órgãos envolvidos com a emergência na cidade”, explica Hassan Barakat, engenheiro do CGE. Em caso de uma chuva forte, o centro indica os estados de observação, atenção (quando começa um alagamento), alerta (alagamento, mais enchente) e alerta máximo (decretado apenas com autorização do prefeito).

6. O que a população pode fazer para evitar as enchentes?
As pessoas devem tentar manter as drenagens, valas e canaletas desobstruídas. Nunca devem jogar lixo nas ruas, em encostas, córregos, margens de rios ou áreas verdes. “Quando se fala em lixo, falamos desde o papel de bala até móveis velhos. Basta andar pela cidade, principalmente na periferia, que você encontra facilmente geladeiras e móveis jogados no rio. É preciso ter consciência e não transformar um rio numa extensão de lixão”, ressalta Hassan Barakat, do CGE de São Paulo. Além disso, a população deve cobrar as obras necessárias para conter as águas e fiscalizar o poder público.

7. Existe outra forma de ajudar?
Sim. As pessoas podem participar como voluntárias do Núcleo de Defesa Civil (Nudec), formado por um grupo comunitário organizado em um distrito, bairro, rua, edifício, associação comunitária ou entidade. O Nudec tem por objetivo organizar e preparar a comunidade local a dar a pronta resposta aos desastres. Suas principais atividades são incentivar a educação preventiva, organizar e executar campanhas, cadastrar os recursos e os meios de apoio existentes na comunidade, coordenar e fiscalizar o material estocado e sua distribuição e promover treinamentos.

8. Como acontece uma inundação?
Há dois tipos clássicos de inundações: as repentinas e as lentas. As inundações repentinas ocorrem geralmente em regiões de relevo montanhoso. Elas acontecem pela presença de grande quantidade de água num curto espaço de tempo. Chuvas fortes ou moderadas, mas duradouras, também podem originar inundações repentinas, quando o solo esgota sua capacidade de infiltração. Já nas inundações lentas as águas elevam-se de forma previsível, mantêm-se em situação de cheia durante algum tempo e, a seguir, escoam-se gradualmente.

9. Quando acontece uma enchente, quem é o culpado?
Os culpados são tanto o governo como a população. O governo, por não fazer obras preventivas, e a população, por jogar lixo nas ruas e ocupar as encostas de forma irregular. Quando ambos, governo e população, cumprem seus deveres, as enchentes podem ser mais raras. “Alagamento sempre acontecerá. Se chover mais do que o solo agüenta, é claro que ele vai transbordar. Mas, se a população é consciente, podemos evitar um desastre”, afirma o engenheiro Hassan Barakat.

10. Perdi bens numa enchente. Como devo proceder?
Tudo depende da situação dos bens das pessoas que foram afetadas pela tragédia. Os que têm seguro devem imediatamente procurar seus corretores. Já os que não têm devem procurar um advogado o quanto antes para estudar a possibilidade de abrir uma ação judicial contra o poder público.

11. O que devo fazer quando estou no carro e ocorre uma enchente?
De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), em caso de chuva forte, o motorista deve imediatamente reduzir a velocidade do veículo e evitar passar perto de rios e córregos. A CET também recomenda que o motorista não passe por locais alagados em que não se pode ver a rua. Em casos extremos, quando é preciso atravessar o trecho alagado, mantenha o carro acelerado e não troque de marcha.

12. O que devo fazer quando estou em casa e ocorre uma enchente?
No caso de alagamento, a chave geral de energia deve ser desligada, e alimentos e produtos de limpeza devem ficar fora do alcance da água. “Além disso, os moradores devem procurar um lugar alto para ficar”, aconselha Ronaldo Malheiros Figueira, geólogo e coordenador de ações preventivas e recuperativas da Defesa Civil da cidade de São Paulo.

6 de janeiro de 2010

Avatarize-se

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Numa parceria do McDonald's Espanha com o filme Avatar, novo blockbuster da Fox Films, esse site oferece a possibilidade de ver como você ficaria se estivesse vivendo no mundo retratado no filme. Avaratize-se você também!



Caso a animação acima não funcione ou expire, esse é o resultado final da minha pessoa em Avatar.



E depois de pronto, claro, você pode se avatarizar em diversas redes sociais, como publicação instantânea no Facebook, como já se tornou praxe (e obrigação) pras novas campanhas publicitárias.

Ainda não vi o filme, mas somando essas estratégias de divulgação com os comentários positivos do boca-a-boca também quero conferir o filme mais caro da história... e em 3D, claro!

22 de dezembro de 2009

Inverno em Londres: a primeira neve

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Na última segunda-feira, dia 21 de dezembro, começou oficialmente o inverno no hemisfério norte e com ele a neve se intensificou aqui em Londres. É meu primeiro inverno aqui e estou passando bastante frio, mas isso é uma coisa que acostuma. Estou mesmo é curtindo as novidades, como a neve. É a primeira vez que vi neve na vida e isso me fez voltar um pouco a ser criança (e chegar a andar na rua quase pulando de alegria). Foi um momento mágico, por assim dizer.

Estou chegando perto de completar 3 meses em Londres e muita coisa gira na minha cabeça. Gira principalmente uma pressão interna, vinda de um Rafael que pontuou alguns objetivos e metas para esse projeto de vida. E com tanta coisa nova pra aprender, é muito fácil se desviar das propostas iniciais. É engraçado chegar aqui depois de mais de 2 anos de preparação e parecer que todo esse tempo passou muito rápido e que mesmo sendo longo ele não conseguiu (nem nunca ia conseguir) contemplar todos os pontos importantes de estar aqui.

Não sei se é o frio que contribui pra isso, mas às vezes parece que alguma coisa está faltando. A saudade da família e dos amigos existe, mas a Internet ameniza bastante esse processo; a comida brasileira não tem igual, mas ainda assim os improvisos culinários aqui estão melhores do que eu poderia esperar, pelo menos por enquanto; o meu último trabalho no Brasil, mesmo não sendo tão desafiador quanto eu esperava faz falta por me manter em contato com minha área, ativando sempre aquela parte do cérebro focada nisso, mas aqui tenho um trabalho, que me dá uma graninha pra ajudar nas contas. Mas acho que é isso que ainda falta, algo mais consistente e estimulante que mantenha minha mente ainda mais ativa pra conseguir aproveitar melhor o que essa oportunidade está me oferecendo.

Além do trabalho mais "braçal" aqui, estou fazendo um freela pra minha professora de inglês aqui, Louise Latham. Ela é cantora de folk/acoustic, acabou de lançar um CD por essas bandas e tem um trabalho que me impressionou e encantou (dê uma olhada no MySpace dela). Como ela lançou o CD de forma independente, a empresa responsável pela divulgação cuida mais da parte de negócios e a divulgação propriamente dita (principalmente na Internet) fica por conta dela e de acordo com ela é aí que eu entro. Esse projeto de assessoria pra ela está me dando muito prazer, porque além de eu treinar meu inglês instrumental, acabo entrando na publicidade dentro da área musical, que sempre foi um dos meus objetivos profissionais. E fico feliz que ela (que se auto denomina uma ignorante em informática) está ficando empolgada com as coisas que estou ensinando pra ela nesses nossos encontros.

Mas esse projeto não é o que vai pagar as minhas contas aqui. Acho que isso é o que está tirando meu sono (não literalmente) nos últimos tempos. A empresa pra qual estou trabalhando não é o tipo de empresa, digamos, leal aos funcionários. É o tipo de empresa que tira você da agenda de um evento mas te diz que o evento foi cancelado por "venda de ingressos pobre" e quando você tem o simples impulso de entrar no site do local onde seria realizado, vê que o evento ainda está de pé e é um dos principais da semana. Esse não é o tipo de gente que gosto de trabalhar, de gente com problema com a verdade já bastam alguns exemplos dos últimos trampos. Quero é continuar trabalhando com gente do bem, como sempre tive a sorte de conhecer pelas empresas que passei (salve André, Vander, Lívia, Marquito, Elaine).

Talvez essa seja a pulga atrás da minha orelha. E esse fim de ano é a data que estipulei pra despejar ela de lá. Que um banho de sal grosso nessa virada de ano sirva pra tirar a pela morta da minha vida e trazer os louros que estão esperando por mim para serem colhidos.

Tenham um feliz Natal Branco e que 2010 seja um ano mais do que especial pra quem procura sempre fazer o bem, mesmo que olhando a quem.

18 de novembro de 2009

Não nascemos prontos

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O jeito como o mundo caminha e como as pessoas encaram as coisas que se apresentam na sua vida (a tecnologia sendo uma delas), é um tema recorrente no emaranhado da minha cabeça, no meio dos meus pensamentos.

Algumas coisas consigo entender e justificar pra mim mesmo em favor da pessoa. Outras vezes, simplesmente não consigo entender como a lógica de uma pessoa pode funcionar da maneira como ela demonstra. Muitas vezes chega a ser surreal! E já conheci muita gente que se encaixa nessa categoria.

E vendo meus e-mails, recebi um do meu pai, com o link pra uma série de vídeos de um seminário falando sobre educação e de como a tecnologia impacta nela. Já recebi muitos textos, vídeos, PPS's sobre o assunto, mas a maioria moralista ao extremo. Esse, mesmo tendo seu quê de retrógrado e hiperbólico, me chamou a atenção por mostrar de modo simples algumas ideias nas quais acredito e luto internamente para manter no meu dia-a-dia. Então achei por bem compartilhar com vocês essa série "Não Nascemos Prontos" que pra mim está principalmente apoiada no argumento de que tudo leva um tempo para acontecer.

Eu pertenço a essa geração tecnológica, mas minha ansiedade e paciência são sempre confrontadas por mim mesmo com a máxima que sempre compreendi da educação que recebi dos meus pais; que tudo tem o seu tempo para acontecer. E é dessa maneira que procuro direcionar minha vida. E fico contente de já ter ouvido várias vezes e de pessoas completamente diferentes, que elas admiram o jeito que eu conduzo minha vida, a maneira que enxergo as coisas. Hoje mesmo recebi um e-mail de alguém muito especial me falando justamente isso, dizendo que procura me ter como exemplo em alguns aspectos. Isso me deixa muito feliz, porque mesmo tendo absoluta certeza de que ainda sei do mundo muito pouco, já consigo fazer a vida de alguém um pouquinho melhor; e também por saber que meus pais acertaram e são os melhores pais do mundo.

E essa série de vídeos demonstra muito bem esse tipo de conduta que procuro ter. Em coisas simples, como sempre que vou dar um presente, procuro alguma coisa que de fato caiba à pessoa. Não gosto de vale-CD's também. Também acho que um pequeno exercício na nossa rotina (mover uma massa no espaço) não faz mal a ninguém. Essa é a conduta que procuro ter. Obviamente, também falho nessas tentativas e já perdi muitos almoços de família, muitos jantares foram trocados pelo isolamento no quarto etc.. Mas acredito que por ter essa ideia constantemente comigo, eu mesmo me policio, me julgo e me condeno por minhas atitudes (salve a gastrite!).

O vídeo , dividido em 4 partes, é um pouco longo, mas se chegou até aqui, vale a pena ver o que o seminarista Mario Sergio Cortella tem a dizer.







10 de novembro de 2009

Gif's (toscos e ótimos) animados

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Olá pessoal...

Hoje não tem nada muito novo, mas recebi uns gifs animados (nossa, cheira naftalina essa palavra) tão idiotas mas tão legais que quis compartilhar aqui.


Catapof!


Ele cavou a falta??


Acrobatic baby


E o melhor de todos...


Hadooken!

O que acharam? Gostam desse tipo de coisa?

5 de novembro de 2009

Londres em 30 dias

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O blog anda meio abandonado, mas é por conta dessa atribulada nova vida. Pra quem não sabe, estou fazendo um intercâmbio em Londres, Inglaterra, pra aprimorar meu inglês. E essa nova vida exige muita dedicação, pelo menos inicialmente.

Nesse primeiro mês na cidade tive que resolver coisas relacionadas a moradia, alimentação, banco, documentos, regularização no país, registros, aulas, além de manter família e amigos atualizados (e matar a saudade, claro).

É um processo de aprendizado e crescimento muito intenso. Às vezes você se sente tão pressionado pra resolver as coisas na hora e de um jeito que não é fácil que só falta ouvir o Faustão berrando "se vira nos 30". É, bizarro! Mas é ótimo e nisso, vou reunindo histórias pra contar. Aqui, por exemplo, tudo se come "eat in or take away", mas no início, até entender que isso era simplesmente o "vai comer aqui ou é pra viagem, bonitão" e porque isso influenciava no preço, passei por momentos memoráveis e cômicos.

Já senti um pouco do jeito frio que dizem que os ingleses tratam as pessoas, mas posso também dizer, que foram poucos os casos, isolados. Num geral, as pessoas são bem atenciosas. Se você está num supermercado na seção A e pergunta para uma pessoa que trabalha lá onde você pode encontrar papel alumínio, ele acompanha você até a seção Z, te mostra que é ali e pergunta se você precisa de mais alguma coisa. Sim, no mercado eles são mega prestativos (diferente dos bancos... ai ai ai)!

Mas aqui tem muita coisa boa pra se apreciar também. Tanto visualmente quanto socialmente. É engraçado, eles confiam tanto em você que te desperta ainda mais a vontade de ser sincero e o pensamento "poxa, porque tenho a sensação que em São Paulo o pessoal nunca conseguiria se adaptar com isso?". Mas no meio de tudo isso, coisa bonita de se ver. E a câmera que comprei antes de vir pra cá me atiçou o lado que ama fotografia...

Virei fotógrafo...


Fonte no Hyde Park


Monumento à Princesa Diana, Hyde Park


A maior roda-gigante do mundo, London Eye, vista da Victoria Street


A Clock Tower (Big Ben) visto do Palácio de Buckingham


Monumento à Rainha Victoria, em frente ao Palácio de Buckingham


Rapaz desenhando a St. Paul's Cathedral


O movimento na Millenium Bridge


Placas turísticas e o Big Ben


Dois marcos de Londres: Big Ben e a placa do metrô (Underground)


Houses of Parliament à noite



... e modelo...


Serpentine Lake, no Hyde Park


Com a isca para atrair os esquilos


E depois de alguns dias ele veio


Placa no Hyde Park


Fonte na frente do Palácio de Buckingham


Tomando chuva com um guarda-chuva "cogumelo" na Millenium Bridge


Eu e o Dobby, da série Harry Potter, na loja de brinquedos Hamley's


Clock Tower, o famoso Big Ben


Tower Bridge, o primeiro ponto turístico que conheci aqui


Achou que as cabines telefônicas daqui eram mais pudicas que as do Brasil?


Metrô fora do horário de rush


Fica a saudade do Brasil, da família, dos amigos, dos paulistanos, da cidade. Mas também tem a curiosidade e vontade de conhecer essas coisas novas. Os novos colegas, os londrinos, a cidade... Assim, a balança libriana fica sempre equilibrada. Mas é bom quando a gente consegue unir os dois, como aconteceu no último fim-de-semana, que revi minha amiga/afilhada Monka, a Regi e conheci a Taís. Foi uma delícia passar um tempo (mesmo que curto) com elas.


Piccadilly Circus


O que é interessante também é poder conhecer lugares que só vi por foto, ou ouvi falar. É uma sensação estranha quando você chega no lugar. Foi mais tocante ver esse memorial ao brasileiro Jean Charles, morto pela polícia britânica em 2005, do que ler as histórias na imprensa brasileira ou assistir ao filme de Henrique Goldmann. É um memorial simples, mas erguido pela família e amigos do Jean e com frases, reportagens e momentos que realmente te fazem sentir brasileiro e inconformado.


Memorial erguido pela família e amigos a Jean Charles, morto em 2005


É! E isso é só o começo... Ainda tem muito mais coisa pra viver por aqui.
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