Há algum tempo atrás li sobre um curta-metragem chamado "Eu Não Quero Voltar Sozinho", que aborda os romances e descobertas adolescentes de uma maneira um pouco diferente. Hoje recebi um link para o vídeo on-line e achei que seria interessante dividir com vocês e ouvir a opinião que vocês possam ter sobre o filme.
Achei um curta sutil, leve, bonito, inocente. Quando tinha lido sobre ele, fiquei interessado e ele correspondeu às minhas expectativas. E, pelo que me consta, são 3 atores novatos, que surpreenderam, na verdade!
5 de fevereiro de 2011
4 de fevereiro de 2011
Sua Excelência, a Senhora Presidenta Dilma
Eu estava na dúvida sobre utilizar o termo 'presidente' ou 'presidenta', mas recebi um e-mail da Silvana e ela agora foi sanada! Salve, Sil! Salve a Língua Portuguesa!
Ficou esclarecido, pelo menos. =)
Agora, o Diário Oficial da União adotou o vocábulo presidenta nos atos e despachos iniciais de Dilma Rousseff.
As feministas do governo gostam de presidenta e as conservadoras (maioria) preferem presidente, já adotado por jornais, revistas e emissoras de rádio e televisão.
Na verdade, a ordem partiu diretamente de Dilma: ela quer ser chamada de Presidenta. E ponto final.
Por oportuno, vou dar conhecimento a vocês de um texto sobre este assunto e que foi enviado pelo leitor Hélio Fontes, de Santa Catarina, intitulado 'Olha a "Vernácula"'!
Vejam:
No português existem os particípios ativos como derivativos verbais.
Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante?
Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte. Portanto, à pessoa que preside é PRESIDENTE, e não ?presidenta?, independentemente do sexo que tenha.
Se diz capela ardente, e não capela 'ardenta'; se diz estudante, e não 'estudanta'; se diz adolescente, e não 'adolescenta'; se diz paciente, e não 'pacienta'.
Um bom exemplo seria:
'A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta.'
Ficou esclarecido, pelo menos. =)
22 de janeiro de 2011
O resumo de 2010
Recebi esse resumo de 2010 da Adriana e não pude deixar de publicar, já que não fiz meu próprio resumo.
E aí? Você concorda?
"O mundo está acabando...
O Faustão está magro, Silvio Santos quebrado, Tiririca alfabetizado, o Edson Celulari divorciado e o financiamento do novo estádio do Corinthians aprovado!
O poder econômico da Europa foi rebaixado, o dólar desvalorizado, o Wikleaks censurado e o uso da camisinha pelo Papa foi liberado!
O imposto está elevado, Complexo do Alemão pacificado, o salário dos deputados aumentado, a Dilma promove político encalhado e o Lula finge ser cidadão de São Bernardo!
O trânsito está complicado, o ENEM desmoralizado, O PT beneficiado e o Richarlyson chamou o juiz de viado!"
E aí? Você concorda?
27 de dezembro de 2010
Da gente que eu gosto
Eu gosto de gente que vibra, que não tem de ser empurrada, que não se tem de dizer que faça as coisas, mas que sabe o que tem que fazer e que faz. Gente que cultiva seus sonhos até que esses sonhos se apoderam de sua própria realidade.
Eu gosto de gente com capacidade para assumir as conseqüências de suas ações, de gente que arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, que se permite, abandona os conselhos sensatos deixando as soluções nas mãos de Deus.
Gosto de gente que é justa com sua gente e consigo mesma, da gente que agradece o novo dia, as coisas boas que existem em sua vida, que vive cada hora com bom animo dando o melhor de si, agradecido de estar vivo, de poder distribuir sorrisos, de oferecer suas mãos e ajudar generosamente sem esperar nada em troca.
Eu gosto de gente capaz de me criticar construtivamente e de frente, mas sem me lastimar ou me ferir. De gente que tem tato.
Gosto de gente que possui sentido de justiça.
A estes chamo de meus amigos.
Gosto de gente que sabe a importância da alegria e a pratica. De gente que por meio de piadas nos ensina a conceber a vida com humor. De gente que nunca deixa de ser animada. Gosto de gente que nos contagia com sua energia.
Gosto de gente sincera e franca, capaz de se opor com argumentos razoáveis a qualquer decisão.
Gosto de gente fiel e persistente, que não descansa quando se trata de alcançar objetivos e idéias.
Me encanta gente de critério, que não se envergonha em reconhecer que se equivocou ou que não sabe algo.
De gente que, ao aceitar seus erros, se esforça genuinamente por não voltar a cometê-los.
De gente que luta contra adversidades. Gosto de gente que busca soluções.
Gosto de gente que pensa e medita internamente. De gente que valoriza seus semelhantes, não por um estereótipo social, nem como se apresentam.
De gente que não julga, nem deixa que outros julguem.
Gosta de gente que tem personalidade.
Me encanta gente que é capaz de entender que o maior erro do ser humano é tentar arrancar da cabeça aquilo que não sai do coração.
A sensibilidade, a coragem, a solidariedade, a bondade, o respeito, a tranqüilidade, os valores, a alegria, a humildade, a fé, a felicidade, o tato, a confiança, a esperança, o agradecimento, a sabedoria, os sonhos, o arrependimento, e o amor para com os demais e consigo próprio são coisas fundamentais para se chamar GENTE.
Com gente como essa, me comprometo, para o que seja, pelo resto de minha vida... já que, por tê-los junto de mim, me dou por bem retribuído.
Mario Benedetti
1920-2009
(Poeta, escritor e ensaísta Uruguaio)
2 de dezembro de 2010
Se Harry Potter fosse Brasileiro...

Rolou no Twitter um movimento com a hashtag #SeHarryPotterFosseBrasileiro. E o pessoal completava com as continuações mais inusitadas possível. Houveram algumas memoráveis, que vale a pena o registro. Aí vão!
#SeHarryPotterFosseBrasileiro
- O Rony se chamaria Ronyscleidson Wesley da Silva, e teria entrado em Hogwarts pelo PROUNI.
- Quadribol seria narrado pelo Galvão Bueno, gravado no Morumbi, e existiria tráfico de poções alucinógenas.
- Ele subiria na vassoura e gritaria: “É nóis que voa, bruxão!
- O ‘Chapéu Seletor Falante’ seria um boné de aba reta.
- Tiririca seria Ministro da Magia.
- A Murta-Que-Geme seria a Joelma do Calypso.
- Hermione estaria grávida no segundo filme.
- Hogwarts teria que ter cotas para nascidos trouxas.
- O "Avada Kedrava" seria "Morre, diabo!"
- Tom Riddle diria: “Tom Riddle o caralho! Meu nome agora é Voldemort, porra!
- Grifinória, Sonserina, Lufa-Lufa e Corvinal seriam escolas de samba.
- Os N.I.E.M’s iam ser cancelados por erros no pergaminho-resposta.
- Hermione estaria protestando contra o INEP por ter pego a prova amarela.
- A escola Hogwarts estaria de greve.
- Os filmes seriam "A Pedra do Crack", "A Câmara de Gás", "O Prisioneiro do Carandiru", "O Cálice de Vodka", "A Ordem do Urubu".
- Nicolas Flamel seria José Alencar.
- Os alunos pegariam o metrô pra ir pra Hogwarts!
- Xuxa seria a rainha dos bruxinhos.
- Hogwarts e o Ministério da Magia seriam cheios de curvas e teriam sido projetados por Niemeyer.
- Gringotes teria uma enorme fila!
- Luna Lovegood seria uma loira do Tchan.
- Os Comensais da Morte seriam os traficantes do Rio de Janeiro e a Ordem da Fênix, o BOPE.
- Draco Malfoy iria de revólver calibre 38 para Hogwarts.
- O Torneio Tribruxo iria virar uma micareta de 3 dias com bebida liberada.
- Dolores Umbridge seria Dilma Rousseff.
- A tia dos doces no trem a caminho de hogwarts estaria sempre dizendo ‘eu podia estar matando, roubando..’.
- A tia que vende doces no trem ia gritar “MINDUIM 50 CENTAVOS MINDUIIIIM”
- Em vez de Corujas, seriam Urubus!
- A banda preferida de Lord Voldemort seria INIMIGOS DO HP.
- O Ministro da Magia seria acusado de participar de esquemas de desvio de dinheiro e mensalão.
- O beco diagonal seria a 25 de Março.
- O Hagrid não ia ter um dedinho da mão e ia se chamar Lula.
- Snape se chamaria Severino Cobra Souza.
25 de novembro de 2010
Ajude o 'Galera Solidária'
Ajudando a divulgar um projeto interessante, feito já há bastante tempo. Recebi esse e-mail abaixo de uma pessoa próxima que participa desde 2003.
Colaborem da maneira que puderem!
Pessoal,
Participo de uma iniciativa social que é realizada todo final de ano chamada Galera Solidária www.galerasolidaria.com.br (vejam as fotos no site) que já está no 11º ano de vida e visa levar um pouco de alegria aqueles que nunca teriam a oportunidade de ter um Natal feliz se não fosse esta oportunidade.
Arrecadamos donativos e no final de semana antes do Natal lotamos um caminhão baú de brinquedos e donativos e vamos noutro caminhão carroceria aberta entregar os donativos. Dois participantes vestem-se de Papai e Mamãe Noel e visitamos durante o todo o dia, Dom. 19/12 das 8:30 h às 17:00 h os locais abaixo:
2 Comunidades carentes: Jardim Irene e Jardim Marina na Zona Sul de São Paulo
1 Orfanato e 1 Casa de repouso.
É emocionante participar. se quiserem e puderem nos ajudar as formas são as seguintes:
1) Voluntário
Participar no sábado, dia 18/12 embalando os brinquedos e/ou no Domingo, dia 19/12 entregando os donativos conosco.
Mesmo local da doação dos donativos, descrita no próximo item.
2) Doação de donativos
- Brinquedos
- Roupas em bom estado
- Livros
- Alimentos não perecíveis
- Aparelhos eletrônicos que estejam funcionando.
Podem ser entregues a partir de hoje na Rua Deputado Martinho Rodrigues, 291- Chácara Monte Alegre tel. 5541-0030. Liguem antes e conversem para acertar a entrega com a nossa anfitriã, Dona Noêmia. Ou entreguem no sábado da montagem, dia 18/12, desde que cedo, pois, teremos que fazer uma triagem.
3) Doações financeiras
Neste caso devem ser depositadas de maneira identificada no:
Bradesco Ag 0762 c/c 96/5
Daniel Pinsky CPF 125.605.488-79
Feito o depósito, por favor envie email (daniel@editoracontexto.com.br) informando o valor, data e nome do depositante para que eu possa contabilizar corretamente
Quero ressaltar novamente que participo desde 2003 ininterruptamente e atesto a veracidade e idoneidade da iniciativa.
Luciano Amato
Colaborem da maneira que puderem!
23 de novembro de 2010
Sincericídio
Eu prefiro a verdade acima de tudo. Sempre! Mesmo que pra isso, eu tenha que cometer um sincericídio, nesse caso, matar algo pela sinceridade. Seja algo um sentimento, uma vontade, um desejo, uma relação, uma esperança... qualquer coisa.
Na minha visão, acima de tudo está o ser sincero. Mas concordo que falar a verdade mais profunda não é fácil. É por isso que procuro estar preparado para falá-la, preparado para aguentar a consequência que vem inevitavelmente, pro bem ou pro mal. Na hora de analisar como as pessoas encaram a sinceridade, a contagem dos pontos é modificada.
Dois casos que passaram pelos meus olhos nos últimos meses são opostos nesse tratamento.
O Caso A tinha uma relação pessoal muito forte com um outro alguém, era uma relação que gerava bons frutos, mas é uma relação que pouco depois do meio do caminho se contaminou. Uma ação sempre gera uma reação. Mas o Caso A teve a ação omitida, para evitar a reação. Omissão é falta de verdade, o que acaba, em alguns casos, se assemelhando à mentira. Um ano depois o tempo se encarregou (irônico e como sempre) de trazer a ação à tona, gerando como reação a quebra de toda essa relação previamente sólida. E quando a rachadura vem da sinceridade, da verdade, da essência, ela pode ser remendada, repensada, mas estará sempre lá presente. Um ano do caminho teria se baseado em uma falta de verdade, seguida de uma mentira direta e da falta de justificativas. Esse caminho, em essência pura, não existiu. Algo que se pensava sólido virou poeira e foi varrido pelo vento.
O Caso B tinha um ar mais efêmero. Começou de repente, inusitadamente, totalmente inesperadamente! Mas começou a cavar seu espaço. De cara, turbulências balançaram o avião antes dele se estabilizar, mas ainda assim, adaptação está sempre no nosso caminho. Dúvidas, receios e simplicidade foram aos poucos se diluindo. Quando as coisas pareciam caminhar pra um mar de rosas, veio o conceito, que não chegou nem ao ponto de ação, logo seguida do balde de água fria chamado sinceridade. Mas ainda assim, era um balde de água fria verdadeiro. E eu sempre penso que a verdade vem pro bem. A água gelada talvez tenha transformado essa névoa prévia em algo um pouco mais parecido com solidez.
Os casos apresentados acima tiveram pontos de partida e chegada bem diferentes. Enquanto um 'tudo' se desmoronou, um 'em processo' se tornou algo mais palpável para o futuro. De nada adianta pra mim todos os entornos sem a sinceridade, talvez um dia só reste ela, os entornos podem todos cair, mas a verdade vai estar sempre estampada aos olhos. E eu de fato considero isso. Nos dois casos, a relação citada (seja ela familiar, fraternal, amorosa, profissional... cada um tem a sua interpretação dos casos) teve o mesmo resultado final, mas o caminho traçado até ele demonstra pra mim a integridade dos indivíduos envolvidos em relação à sinceridade. E se há esse tipo de compromisso, porque outros não poderiam voltar a ser assumidos no futuro? Agora, se isso é algo que falta, um dos pilares de qualquer firmamento futuro está trincado.
Porque o ser humano tem tanta dificuldade em falar a verdade dos fatos? Disso tudo, um só dizer:
"Desculpa minha incapacidade, mas nesse caso, eu não consigo. Todavia, eu agradeço pela confiança, ela é mútua e não foi quebrada."
Na minha visão, acima de tudo está o ser sincero. Mas concordo que falar a verdade mais profunda não é fácil. É por isso que procuro estar preparado para falá-la, preparado para aguentar a consequência que vem inevitavelmente, pro bem ou pro mal. Na hora de analisar como as pessoas encaram a sinceridade, a contagem dos pontos é modificada.
Dois casos que passaram pelos meus olhos nos últimos meses são opostos nesse tratamento.
O Caso A tinha uma relação pessoal muito forte com um outro alguém, era uma relação que gerava bons frutos, mas é uma relação que pouco depois do meio do caminho se contaminou. Uma ação sempre gera uma reação. Mas o Caso A teve a ação omitida, para evitar a reação. Omissão é falta de verdade, o que acaba, em alguns casos, se assemelhando à mentira. Um ano depois o tempo se encarregou (irônico e como sempre) de trazer a ação à tona, gerando como reação a quebra de toda essa relação previamente sólida. E quando a rachadura vem da sinceridade, da verdade, da essência, ela pode ser remendada, repensada, mas estará sempre lá presente. Um ano do caminho teria se baseado em uma falta de verdade, seguida de uma mentira direta e da falta de justificativas. Esse caminho, em essência pura, não existiu. Algo que se pensava sólido virou poeira e foi varrido pelo vento.
O Caso B tinha um ar mais efêmero. Começou de repente, inusitadamente, totalmente inesperadamente! Mas começou a cavar seu espaço. De cara, turbulências balançaram o avião antes dele se estabilizar, mas ainda assim, adaptação está sempre no nosso caminho. Dúvidas, receios e simplicidade foram aos poucos se diluindo. Quando as coisas pareciam caminhar pra um mar de rosas, veio o conceito, que não chegou nem ao ponto de ação, logo seguida do balde de água fria chamado sinceridade. Mas ainda assim, era um balde de água fria verdadeiro. E eu sempre penso que a verdade vem pro bem. A água gelada talvez tenha transformado essa névoa prévia em algo um pouco mais parecido com solidez.
Os casos apresentados acima tiveram pontos de partida e chegada bem diferentes. Enquanto um 'tudo' se desmoronou, um 'em processo' se tornou algo mais palpável para o futuro. De nada adianta pra mim todos os entornos sem a sinceridade, talvez um dia só reste ela, os entornos podem todos cair, mas a verdade vai estar sempre estampada aos olhos. E eu de fato considero isso. Nos dois casos, a relação citada (seja ela familiar, fraternal, amorosa, profissional... cada um tem a sua interpretação dos casos) teve o mesmo resultado final, mas o caminho traçado até ele demonstra pra mim a integridade dos indivíduos envolvidos em relação à sinceridade. E se há esse tipo de compromisso, porque outros não poderiam voltar a ser assumidos no futuro? Agora, se isso é algo que falta, um dos pilares de qualquer firmamento futuro está trincado.
Porque o ser humano tem tanta dificuldade em falar a verdade dos fatos? Disso tudo, um só dizer:
"Desculpa minha incapacidade, mas nesse caso, eu não consigo. Todavia, eu agradeço pela confiança, ela é mútua e não foi quebrada."
Assinar:
Postagens (Atom)
Pesquisar este blog
Arquivo do blog
-
▼
2013
(7)
- ► abril 2013 (1)
- ► março 2013 (2)
- ► janeiro 2013 (2)
-
►
2012
(8)
- ► dezembro 2012 (2)
- ► novembro 2012 (1)
- ► abril 2012 (2)
- ► janeiro 2012 (3)
-
►
2011
(18)
- ► dezembro 2011 (2)
- ► novembro 2011 (2)
- ► setembro 2011 (2)
- ► agosto 2011 (1)
- ► junho 2011 (2)
- ► abril 2011 (1)
- ► março 2011 (1)
- ► fevereiro 2011 (3)
- ► janeiro 2011 (1)
-
►
2010
(15)
- ► dezembro 2010 (2)
- ► novembro 2010 (2)
- ► outubro 2010 (1)
- ► agosto 2010 (2)
- ► julho 2010 (2)
- ► junho 2010 (1)
- ► abril 2010 (2)
- ► fevereiro 2010 (1)
- ► janeiro 2010 (1)
-
►
2009
(43)
- ► dezembro 2009 (1)
- ► novembro 2009 (3)
- ► outubro 2009 (2)
- ► setembro 2009 (5)
- ► agosto 2009 (9)
- ► julho 2009 (13)
- ► junho 2009 (4)
Twitter Updates
Tags
- animais (3)
- arte (10)
- balada (2)
- campanhas (8)
- canadá (1)
- celebridades (8)
- cidadania (18)
- cinema (7)
- comida (1)
- consumidor (6)
- crítica (18)
- css (3)
- design (5)
- dica (11)
- dreamweaver (1)
- e-mail (26)
- entrelinhas (9)
- esporte (2)
- filosofando (25)
- fotografia (5)
- games (1)
- hardware (1)
- layout (4)
- literatura (3)
- londres (7)
- música (12)
- natureza (5)
- notícias (6)
- photoshop (3)
- piada (12)
- poesia (2)
- política (5)
- promoção (1)
- publicidade (8)
- redes sociais (6)
- religião e espiritualidade (5)
- rio de janeiro (3)
- são paulo (15)
- saúde (5)
- show (5)
- sociedade (18)
- tecnologia (13)
- televisão (6)
- texto (22)
- trabalho (4)
- transporte (3)
- viagem (2)
- web (14)
