Só pra lembrar:
- animais irracionais (que não tem consciência para escolha) também tem comportamentos homossexuais;
- na Idade Média, a Igreja condenava os canhotos com a mesma veemência que hoje condena os gays;
- até pouco tempo, casamento interracial não era possível de se realizar;
- o Estado é laico, que significa que deve ser livre de conceitos religiosos, e o termo "laico-cristão", barbaridade que o deputado-pastor Marco Feliciano proferiu, não existe por uma simples e lógica semântica;
- a premissa de qualquer religião é o amor ao próximo, é isso que une a todos, portanto é o que todas as religiões entendem sem discussão por ser correto, e isso não vem sendo pregado;
- ser gay não é estar gay, a ciência já vem provando com estudos de que essa é uma característica genética, mas mesmo que isso fosse uma escolha, enquanto um não está fazendo mal ao outro, não há porque tanto barulho.
Mais amor, por favor.
25 de março de 2013
14 de março de 2013
Tudo é simples, mente
14 de março é o Dia da Poesia. Trago uma do meu amigo Jhohann Paul.
Pros fogosos sou sexo.
Pros românticos sou um cometa que passa
Uma inspiração pros artistas
O riso corado dos tímidos
Sou o que você deseja bem no fundo
o coração rejeitado dos amantes
O Trident antes do beijo
O olhar que critica e ama o desconhecido
Sou a boca morna que aquece a pele
o arrepio que transcreve a paixão
o medo da solidão e o prazer da companhia
o pensamento que se desvia!
Sorrateiro vago na cabeça dos sonhadores
enquanto dormem de cara limpa
beijo os lábios de suas fantasias
carrego nas mãos cantigas
Cócegas que endurecem o corpo
Sou monotonia, sou vida
Dor de dezenas de gentes
Um santo que caminha
Sou pomba ao tato
Ofídio que saliva
Um monstro encurralado
Sou horizonte, céu e mar entrelaçados
Sou comum, mas complicado
Sou eu simples.
Mente.
(Jhohann Paul)
24 de janeiro de 2013
A origem do teorema de Pitágoras
Pitágoras estava com um problema e não conseguia resolver. Além disso, não parava mais em casa.
A mulher dele, Enusa, aproveitava-se da situação e transava com os quatro cadetes do quartel ao lado.
Um dia, Pitágoras, cansado, voltou mais cedo para casa, pegou Enusa no flagra e matou os cinco, que faziam uma orgia.
Na hora de enterrar os safados, em consideração à esposa, dividiu seu terreno ao meio e de um lado enterrou apenas sua esposa. Do outro lado dividiu em quatro partes e enterrou cada cadete num quadrado igual. Dessa forma os quatro ocuparam um espaço idêntico ao que ele enterrou sua esposa.
Subiu na montanha ao lado do cemitério para meditar e, olhando de cima para o cemitério, achou a solução do seu problema.
Era óbvio:
O quadrado da Puta Enusa era igual à soma dos quadrados dos cadetes.
A mulher dele, Enusa, aproveitava-se da situação e transava com os quatro cadetes do quartel ao lado.
Um dia, Pitágoras, cansado, voltou mais cedo para casa, pegou Enusa no flagra e matou os cinco, que faziam uma orgia.
Na hora de enterrar os safados, em consideração à esposa, dividiu seu terreno ao meio e de um lado enterrou apenas sua esposa. Do outro lado dividiu em quatro partes e enterrou cada cadete num quadrado igual. Dessa forma os quatro ocuparam um espaço idêntico ao que ele enterrou sua esposa.
Subiu na montanha ao lado do cemitério para meditar e, olhando de cima para o cemitério, achou a solução do seu problema.
Era óbvio:
O quadrado da Puta Enusa era igual à soma dos quadrados dos cadetes.
16 de janeiro de 2013
Teu
Teu tesão
Tua pele
Teu sorriso
Tua alegria
Teu olho
Teu beijo
Teu lábio
Teu abraço
Teu descanso
Teu peito
Teu fardo
Tua fala
Tua verdade
Teu verdade
Teu.
Tua pele
Teu sorriso
Tua alegria
Teu olho
Teu beijo
Teu lábio
Teu abraço
Teu descanso
Teu peito
Teu fardo
Tua fala
Tua verdade
Teu verdade
Teu.
21 de dezembro de 2012
Uma carta a Bento XVI, o papa Darth Vader
CIDADE DO VATICANO, 21 Dez (Reuters) - O papa Bento 16, indicando o desejo do Vaticano de forjar alianças com outras religiões contra o casamento gay, disse nesta sexta-feira que a família estava ameaçada "em seus fundamentos" por tentativas de mudar a sua "verdadeira estrutura".
Fonte: Uol Notícias
Como pode um líder de uma religião que prega amor ao próximo e o não julgamento ao mesmo próximo tratar o próximo tão distante a ponto de fazer campanha (sim, fazer campanha) contra o casamento gay.
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| "Sou contra se for menor que isso" |
(...) argumenta que os planos de legalizar o casamento gay estão sendo feitos para o lucro exclusivo de uma pequena minoria.
Sim, papa, é para uma minoria. E é só por isso que essa minoria tem que lutar tanto. Porque a lei não concede a ela direitos que todos os outros tem. Essa é a ideia, seu obtuso!
![]() |
| Oops! É verdade! "Misqueci". |
Essas coisas me deixam indignado. Ainda mais olhando para a história tão "pura" da instituição Igreja. Não estou falando de religião aqui (nem ele está). Estou falando da instituição que queimou pessoas, inventou histórias, massacrou outras minorias... Essa é a instituição que nada tem a ver com os princípios religiosos que prega. NADA! É um ódio tão mal fundamentado que me parece que todo o conceito do cristianimo é somente um artifício, uma máscara para algo muito mais maquiavélico.
![]() |
| Que venham a mim as criancinhas! |
E, juro, não quero pensar que no contexto de mundo em que vivemos, isso seja possível. Talvez porque a referência próxima que ele tenha de gays são os padres da sua própria instituição Igreja, que abusam de meninos, mas é engraçado que não vejo a mesma veemência na punição desses canalhas e nem tanta preocupação com essas crianças que sofreram sim um dano sério, palpável, que já existe.
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| "Pode levar o menino pra minha sala que estarei fora hoje" |
Vamos botar isso em jogo? Porque dois pesos e duas medidas, seu Bento? Você me enoja! Sua instituição hipócrita também. E me enoja por usar de modo tão sujo algo tão bonito quanto conceitos religiosos. Com alguns deles eu não concordo nem aceito, mas ainda assim acho conceitos bonitos em sua essência, pois dão guia e luz para quem não consegue seguir sozinho. E fazer uso de algo tão "sagrado" é, no mínimo, o passaporte para o inferno, que é pra onde o senhor deve ir.
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| "Vou pro inferno linda e glamurosa" |
14 de dezembro de 2012
É difícil falar português pra ser ouvido
Para um estrangeiro, a nossa língua mãe é um tanto complicada de se aprender. São inúmeras flexões verbais e composições de palavras que geram entonações completamente diferentes e isso é extremamente complicado para alguém que vem do inglês modular. Até nós, quando questionados por eles, temos certa dificuldade de explicar algumas coisas. Não é só "saudade" que tem uma explicação complexa. Aliás, é sobre nós mesmos que eu gostaria de falar.
Para nós, brasileiros, o português é quase um tabu. Se escrevemos uma mensagem como manda a ortografia e gramática, somos muito formais ou certinhos demais. Se usamos nosso idioma para expressar aqueles sentimentos um pouco mais íntimos ou reflexões da alma, é inevitável o medo do julgamento. E isso nós levamos a sério! Não é uma simples invasão norte-americana/inglesa em terras tupiniquins. São índios tentando se comunicar com quem não é índio. Nossas tribos nunca estão boas o suficiente. Passando batido pelo nacionalismo, meu foco é mais em como o português é usado, principalmente em redes sociais, para se expressar. Pouca gente vai assumir publicamente para seus "amigos" da Internet "estou me sentindo sozinho, sentindo falta de alguém especial ao meu lado". Mas quantas vezes você já não se deparou com frases como "feeling alone, miss someone by my side"? E não é que é a mesmíssima coisa?
É muito mais "cool" falar "cool" do que "legal", que aliás, soa brega para alguns. E quanto mais indecifrável for seu enigma nas redes, mais importante você se torna, mais holofotes você angaria pra você mesmo. Se eu quisesse dizer que não sei como lidar com situações da minha vida e soubesse húngaro, eu mandaria um "Nem tudom, hogyan kell kezelni" que ia me dar muito mais status e proteção para não ser julgado tão facilmente. Somente os mais interessados na minha vida, iriam parar 5 minutos para "Googlar" o que escrevi e isso fazer sentido. E esses teriam o prêmio de me entender melhor. Mas me questiono porque fazemos essa escolha? E fazemos todos, sem exceção. Mesmo quando em português, a frase tem que ser de impacto. "Refletindo..." é um bom enigma para gerar dezenas de comentários e aplacar um pouco das dores que essas reflexões podem ter causado. E as pessoas farão a boa ação de nos ajudar sem nem mesmo saber qual é o nosso problema. Não é fantástico?
Talvez. Mas há sempre o outro lado de cada questão. Será que não estamos ficando cada vez mais superficiais e deixando de aproveitar as coisas boas que cada pessoa pode nos oferecer de verdade? Peneirar, via enigmas, os verdadeiros interessados na nossa vida (à nossa maneira, sempre) é mais enriquecedor do que uma conversa sobre amenidades e coisas profundas com alguém numa mesa de bar, num café ou mesmo numa visita àquele amigos que nunca mais visitamos porque não temos tempo para muita coisa além de todos os nossos afazeres diários e o tempo despendido atualizando os amigos virtuais com coisas tão interessantes e importantes na nossa vida, quanto uma reclamação sobre o calor que tem feito ou o trânsito infernal que se enfrenta em São Paulo? Não acredito muito nisso.
Quando nosso perfil é um pouco mais observador, começamos a notar em pouco tempo de convivência, as pessoas que valem a pena ter um pouco mais de profundidade nas relações. E se formos espertos, saberemos como nos aproveitar disso para o bem de ambos. E profundidade pode vir dos mais diversos tipos de relação: amigos, colegas de trabalho, amores, rolos e affairs, família e até o porteiro do prédio. Tudo depende de quanto estamos dispostos a nos doar pro mundo. Dar a cara a tapa falando o português claramente não é fácil, mas é muito, muito mais gostoso do que se esconder atrás de pseudo-escudos. A liberdade se busca assim. Ser independente não significa que não podemos criar na gente certa dependência dos outros, mas sim que sabemos gerenciar essa dependência. Fácil não é, mas o caminho das pedras ensina a cada dia.
O medo de sofrer nos faz seguir por regras racionalmente estabelecidas. Seguindo-as, nos preservamos e não sofreremos no futuro. Pode até ser verdade, mas o presente deixa de ser vivido com a intensidade que poderia ter sido. Fui há pouco apresentado a uma música (em português) que diz: "quem vive de princípios, não tem meios nem fins / eu quebro as minhas leis pois só assim elas pertencem a mim". E esses versos têm muito a ver com o significado de um símbolo africano chamado Sesa Wo Suban. Traduzindo para o nosso português, ele ganha força se lido com cautela: "eu transformo a minha vida, minha personalidade". Ora, se o poder de transformação da nossa vida está somente em nossas mãos, porque temos tanto medo de expor algumas dores e medos?
É porque é difícil. É muito difícil falar português para ser ouvido.
5 de novembro de 2012
Um olhar sobre o amor e o feeling
Achei em uns e-mails não lidos, um da minha irmã que tinha no assunto: "Bonito". Depois de ler, também achei bonito. E, mais do que isso, achei inteligente. É uma inteligência natural, que fica clara no final do texto.
"Se me pedissem para responder em poucas palavras por que tem tanta gente interessante sozinha e infeliz por aí, eu não iria hesitar muito em responder: porque eles não querem estar sozinhos, mas não sabem estar juntos. Porque, na primeira oportunidade, tem muita gente que se agarra desesperadamente à chance de encontrar o amor da sua vida, mas não está nem um pouco interessado em construir uma relação de verdade com o príncipe encantado, quer ver logo a coroa de princesa e as declarações apaixonadas do lado de um cavalo branco.
E quem procura até acha, mas acaba se contentado com o primeiro que encontra. Ninguém mais está preocupado em se dedicar à pessoa certa, mesmo que ela seja apenas uma das dezenas que estão por aí no mundo e que combinariam muito com seus planos na vida. Na esperança de achar uma alma gêmea que nem sempre existe, se desesperam e vão com muita sede a um pote vazio, que deveria ser completado não com suas expectativas inalcançáveis sobre relacionamento, mas o que ela tem a oferecer a quem diz que ama.
Outro dia li em um comentário por aí dizendo que o problema é sempre quando alguém tenta fazer outro feliz. Que ninguém tem a obrigação de fazer uma pessoa feliz que não seja ele mesmo. Fiquei bastante escandalizada. Quem disse que é uma obrigação? A palavra relacionamento acabou substituindo a palavra amor e tudo virou uma ciência, repleta de estatísticas, jeitos de se fazer. Homens preferem isso e aquilo na cama. Mulheres são mais assim e assado, mas também não dispensam um pau com mais do que tantos centímetros, diz pesquisa.
Tem coisa melhor nessa vida do que saber que o outro está precisando de um colo e fazer de tudo para ser esse ombro amigo? Tem coisa melhor do que ser melhor amigo de quem se ama? Tem coisa melhor do que só parar de se divertir com os errados quando realmente achar o certo? Muito se diz sobre relacionamentos que acabam por que virou só amizade, mas pouco sobre os que acabam porque nunca foram. Intimidade, cumplicidade, não se paga com nenhum tipo de falsa liberdade. Não se engane, experiência nenhuma que vale a pena vai manter você nos seus eixos. E é preciso estar preparado para que sua vida seja chacoalhada de um jeito que você, se tudo der certo, não vai nem querer controlar. Paixão é assim. Amor continua sendo assim, você vai se entregando à vida, vai se entregando a quem ama, vai deixando de pensar só em si.
Se você quiser que o seu namoro/casamento/relacionamento – que o seu amor – dure, que ele marque sua vida de um jeito que vai ser difícil viver depois sem estar rodeado, repleto de uma felicidade absurda, se você quer realmente experimentar um amor de alma, um amor de olhar no fundo dos olhos e entender em dois segundos quem é o outro, do que ele precisa para ser feliz – e que ele faça o mesmo por você -, vai ter que abrir mão da postura individualista de querer tudo e não dar nada.
De uns tempos para cá, comecei a me sentir a mulher mais feliz do mundo por nunca ter tido um desses relacionamentos de estatística, planejado, pensado, calculado para não dar intimidade demais nem resultar em liberdade de menos. Eu só amei, amei, amei, amei muito. Sem ficar podando arestas e vivendo com medo de como as coisas vão se sair. Porque bom mesmo é acordar todos os dias, olhar pro lado e não acreditar em quanta felicidade o destino te reservou. Não por uma noite, nem por seis meses, mas por anos e anos. Infelizmente, isso é muito raro. E não porque é impossível, como os mais desiludidos acreditam às vezes. Mas porque tem muita gente querendo amor, e pouca gente sabendo o que é isso."
Esse texto é de autoria desconhecida pra mim. Se você for a autora, identifique-se! Darei os créditos com gosto. Ele reflete bem a minha visão do amor. O amor não é desesperado, é construção, é dia-a-dia, são os pequenos detalhes do cotidiano, as pedrinhas colocadas pouco a pouco. Isso é muito bonito de se dizer e parece muito fácil, mas não vamos nos iludir. Vamos pensar de modo realista? São os pequenos desafios que o casal vence juntos que vão construindo uma terceira personalidade, mas mantendo as duas anteriores. E isso é o que dá tesão de amar.
É engraçado como hoje as pessoas não criam tempo. Ontem estava discutindo sobre isso em relação a amizades, durante um almoço no trabalho. Antigamente, as pessoas disponibilizavam tempo pros amigos. Hoje, o tempo que se tem é o login no Facebook. Ninguém visita mais, poucos saem juntos pra uma conversa mais longa do que um check-in no Foursquare porque lá vai mostrar que esteve com você. Poucos discorrem sobre filosofias, religião, humanidade e assuntos mais profundos que o final da novela. Não me entendam mal. Eu adorei imaginar finais alternativos pra Carminha e Nina, mas ao mesmo tempo que sou totalmente tecnológico, antenado, amante de pop (cinema, música, arte, cultura), também sou muito analógico. Gosto de uma conversa olho no olho, abraço, carinho entre pessoas queridas (família, amigos, etc.), toque, cheiro, e por aí vai.
Não sei se isso foi resultado da explosão das redes sociais ou do não preparo das pessoas pra recebê-las. Essas mídias são fantásticas tanto pra manter contato cotidiano com pessoas que você nunca teria oportunidade de ficar "tão próximo" se não fosse a Internet como para conhecer gente nova. E sou super adepto a elas. Mas eu acho que elas acabam vazias se não servirem de ponte e sim como fim. O gostoso é usá-las pra marcar um reecontro com os colegas de colégio, por exemplo, mas ir ao encontro, ver as pessoas, rir com elas, falar bastante besteira e esquecer da vida por alguns momentos é mais legal ainda.
E tenho a impressão de que o processo das relações não importa mais. Para o amor, é tão gratificante quando depois de anos, você olha pra trás e vê a evolução, a construção conjunta. É um orgulho que ninguém tira dos dois, independentemente do futuro. E você se sente completo com essas sensações.
Ninguém ama de um dia pro outro. Não funciona assim tão rápido. A gente se apaixona sim. Mas a paixão ela é mais singular e meteórica. Geralmente nos apaixonamos pelo sorriso, pelo jeito, pela química na cama. E é uma delícia curtir a paixão. Mas ela passa. E se o processo não estiver sendo cultivado, sobra o que?
Concordo com a autora quando ela diz que as relações não são tão regradas. Se eu tive um jantar ou uma noite agradável e tenho vontade de ligar ou dar sinal de vida no dia seguinte, porque deveria me privar? "Pra não assustar o outro", muitos responderiam. Eu sou assim, quero ser espontâneo. E se a pessoa gostar disso, ótimo! Se se assustar, paciência, mas não é pra durar mesmo. É tudo simples, mas a gente complica. Se você desrespeita a "regra dos 3 dias" pode arruinar o relacionamento... Sério? Sou retrô e antiquado pra isso. Me sinto feliz de ver como conquista coisas como conhecer os pais de quem você ama. E aquela primeira festa em família? O frio na barriga de apresentar pra todo mundo como "meu namorado". A primeira noite que você dorme na casa dele e ele na sua. Acordar mais cedo que ele e ficar olhando ele dormindo. São coisas tão banais e desvalorizadas hoje que desanima um pouco. Mas sei que existem outros velhos como eu, que amam tecnologia, mas também se veriam felizes se tivessem nascido nos anos 20.
Sou retrô, mas não careta. Muita gente quer só uma curtição carnal. Não é errado isso, mas não adianta procurar romance no sexo casual nem sexo casual no romance, certo? O "feeling", tão pouco usado ultimamente, ajuda bastante a definir os caminhos que você deve tomar.
Seja feliz.
Use-o.
Apaixone-se.
Curta o processo.
Ame.
Seja feliz.
[ATUALIZAÇÃO] Graças à minha querida amiga Gabi, descobri que a autora do texto é a Vana Medeiros e o texto foi originalmente publicado aqui ó: http://www.casalsemvergonha.com.br/2012/09/25/porque-nao-se-diz-eu-te-amo-para-qualquer-um/
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